quarta-feira, 10 de abril de 2013

Lendo de Boa ...


Oiee , tudo bem Gente ? , Como voçes sabem que eu amo <3 escrever também  de ler  vou dar umas dicas de  livros:
A Menina que Roubava Livros 
O livro se passa 1939 1943 quando  Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em A Menina que Roubava Livros,livro há mais de um ano na lista dos mais vendidos do The New York Times. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, O Manual do Coveiro. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de rouba-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhece-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a 

Hanna vivia na Checoslováquia com seu pai Karel,sua mãe Marketa e seu irmão George.Eles eram diferente das outras pessoas que moravam lá,eles eram judeus.E a liberdade de George e Hanna acabou com a entrada das tropas de Hitler na Checoslováquia.Só saiam de casa em determinados horários,tinham que usar uma estrela em tecido amarelo escrita Jude nas roupas ,não podiam mais brincar na rua,nem ir ao cinema.Seus pais foram presos pela Gestapo e logo em seguida as crianças foram deportadas para um antigo quartel militar em Theresienstadt.Dia 23 de outubro de 1944,Hana foi para Auschwitz depois de viver 2 anos em Theresienstadt.Enquanto George já tinha sido deportado para Auschwitz.Em janeiro de 1945,George foi libertado,estava com 17 anos,e não via Hanna desde que foram para Auschwitz.Procurou por Hana durante meses,até que um dia uma amiga de Hanna o reconheceu na rua e deu a triste notícia de que Hanna tinha morrido na câmara de gás em Auschwitz um dia depois de ter chegado.O mundo ficou sabendo da história de Hanna,graças a uma japonesa,Fumiko Ishioka que queria mostrar aos seus alunos o que foi o Holocausto.Então ela recebeu uma mala castanha com o nome Hanna Brady  para colocar em sua exposição.Fumiko não descansou até saber mais da história de Hana ,então soube que George ainda estava vivo e morava no Canadá,foi atrás dele descobrir a história de Hanna Brady. 
Até aproxima Bjôoos !!.,,,,*

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